quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Lei falha e pouco fiscalizada.

     
Desrespeito à lei do vagão feminino.



      Não é de hoje que se fala sobre o descontentamento da população com os transportes públicos. O desrespeito de grande parte dos cidadãos quando o assunto são idosos e mulheres são frequentes. Ao longo dos anos problemas de superlotação em ônibus, trens
e metrôs têm trazido muito desconforto, principalmente às mulheres, devido aos homens se aproveitarem da situação desses veículos para molestá-las.
    Depois de tantas reclamações, o governo agiu e criou a lei 4.733/06, de autoria do presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB). Nela constava que todas as empresas que administram o sistema ferroviário e metroviário no estado são obrigadas a destinar vagões exclusivos para mulheres nos horários de maior movimento que são das 6h às 9h e das 17h às 20h. Porém, mesmo assim as reclamações continuam existindo pelo desrespeito dos homens com relação a lei criada e não é por falta de aviso ou ignorância de muitos, pois cartazes são espalhados pela estação juntamente à adesivos demarcando os vagões. Para tentarem colocar ordem e cumprir com a lei, seguranças foram contratados para fazerem a lei ser cumprida, mas quem pensa que esse trabalho é fácil se engana. 





                                     Foto: Rayã Rodrigues
                                          Foto retirada na estação ferroviária de Madureira.


                                     Foto: Rayã Rodrigues
                                   Foto retirada no terminal ferroviário, Central do Brasil às 17:47.



    Nessas imagens podemos perceber que o descumprimento com a lei não vem sendo causado por falta de aviso ou ignorância, pois existem adesivos específicos colocados fora do vagão e cartazes no interior do trem ignorados pelos dois homens, o que reforça a ideia de que é mais do que necessário a fiscalização rigorosa nos horários de pique.




IMPORTANTE:

Segue abaixo, o link de um site feito para reclamações ou denúncias delegadas à todos os tipos de empresa.












Matéria: Antonio Rayã Rodrigues Campos, estudante de Jornalismo - 6º período

Campus Madureira


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