quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Descaso com os necessitados

     

ACESSIBILIDADE CAÓTICA.


   

      Embora tenha sido decretado pelo Governo Federal o decreto 5.296, de 2 de dezembro de 2004 que regulamenta as leis de nº 10.048, de 8 de novembro de 200 onde dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica e de nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida a falta de comprometimento de órgaos públicos e de algumas empresas, como lojas, bancos e até mesmo algumas universidades acabam deixando idosos e deficientes à beira de um acidente, pois não colocam rampas de fácil acesso para cadeirantes. Calçadas quebradas que obrigam pessoas a caminhar pelas ruas, buracos expostos sem nenhuma segurança, falta de sinalização que limitam ainda mais os portadores ou não de deficiência chega à ser uma fronta a sociedade, uma verdadeira falta de respeito. 
    Com tantas obras inacabadas em torno da cidade devido à Copa e às futuras tantas outras obras que ocorrerão devido as Olimpíadas de 2016, quem mais sofre com a falta de acessibilidade são os deficientes visuais que muitas vezes estão sozinhos nessa selva de pedra e são obrigados a depositarem suas vidas na sorte de aparecer alguém solidário ou de se virarem mesmo como podem correndo sério risco de serem atropelados.
     Mesmo alguns transportes públicos atendendo as leis de segurança e acessibilidade, é possível verificar a má vontade de motoristas em ajudar deficientes a embarcar e desembarcar alegando que o mecanismo não está funcionando. Outro grande problema muito comum nas grandes cidades são os assentos preferenciais à idosos, gestantes, deficientes e obesos que são mais fáceis vê-los em pé do que sentados nos locais demarcados, pois os locais estão ocupados por civis. 



                                     Foto: Rayã Rodrigues
                                   Foto retirada em Madureira demonstrando a dificuldade da idosa                                                                                                         ao desembarcar do ônibus.


     A cadeirante e dona de casa, Ingrid de 46 anos falou sobre sua insatisfação de não poder andar em segurança pelas ruas de Madureira, justamente pela falta de rampas em calçadas e falta de sinalizações em grande parte do bairro.

                                     
                                                                

                                     Foto: Rayã Rodrigues  
                                                          Ingrid - deficiente física.





Matéria: Antonio Rayã Rodrigues Campos, estudante de Jornalismo - 6º período

Campus Madureira


 pessoas como o senhor Nilson, de 65 anos, é algo bem complicado e dificulta o acesso.
Apesar de termos lugares que ainda tentam buscar a igualdade social, como a sinalização Apesar de termos lugares que ainda tentam buscar a igualdade social, como a sinalização para cegos e pessoas com sub visão, encontrado no chão, observamos também erros graves como o mostruário em frente a loja  que para pessoas como o senhor Nilson, de 65 anos, é algo bem complicado e dificulta o acesso.para cegos e pessoas com sub visão, encontrado no chão, observamos também erros graves como o mostruário em frente a loja  que para pessoas como o senhor Nilson, de 65 anos, é algo bem complicado e dificulta o acesso.

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